Nem todos os jovens descobrem facilmente o prazer de ler. O mediador de leitura torna-se uma ponte entre os livros e os colegas, ajudando cada um a encontrar histórias que façam sentido para os seus interesses e sonhos. O projeto Mediação Ler+ Jovem continua a dar destaque aos leitores da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro. Hoje é Brian Tavares quem partilha a sua apreciação literária.
"Chega-se a ser grande por aquilo que se lê e não por aquilo que se escreve." Autor: José Luís Borges
Blogue da Biblioteca Escolar da Escola Básica Ferreira de Castro - Sintra
Aqui partilhamos tudo o que acontece na nossa Biblioteca.
Páginas
25 março, 2026
24 março, 2026
Miúdos a Votos
Hoje foi dia de eleições. A iniciativa Miúdos a Votos mobilizou um grande número de alunos, enchendo o bar dos alunos com jovens eleitores que participaram na escolha do seu livro preferido. No total, votaram 193 alunos do 2.º ciclo e 310 do 3.º ciclo. A Biblioteca Escolar Ferreira de Castro agradece a todos os que contribuíram para o sucesso desta caminhada eleitoral.

Mediação Ler+ Jovem com Madalena Cinta
A capacidade de reconhecer e valorizar uma mensagem literária promove a formação de leitores conscientes e reflexivos. Jovens que leem com atenção ao significado tornam-se adultos mais críticos, capazes de questionar, interpretar e atribuir sentido às experiências que vivem. A leitura assume, deste modo, um papel central na construção de cidadãos participativos e informados. Madalena Cinta conta-nos o que absorveu com a sua leitura da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro.
20 março, 2026
Mediação Ler+ Jovem com Santiago Luís
Hoje publicamos a opinião de Santiago Luís sobre o livro que leu, da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, neste que é o Projeto Mediação Ler+ Jovem, da Escola a Ler Mais e Melhor que somos. Reconhecer as aprendizagens retiradas de uma obra lida é um passo essencial no desenvolvimento de jovens leitores autónomos. Quando o aluno identifica aquilo que aprendeu — seja um novo vocabulário, uma reflexão sobre valores ou uma melhor compreensão de determinado contexto histórico ou social — toma consciência do seu próprio processo de crescimento. Esta metacognição fortalece a capacidade de aprender a aprender.
19 março, 2026
Lugares de Memória da Escravatura e do Tráfico Negreiro
A Biblioteca Escolar Ferreira de Castro tem patente nestes meses de março e abril, a Exposição Lugares de Memória da Escravatura e do Tráfico Negreiro. O Comité Português do projeto da UNESCO “A Rota do Escravo” produziu esta exposição , que visa promover junto de públicos diversificados o conhecimento das problemáticas da Escravatura e do Tráfico de Escravos no mundo.
Grupos/turmas de 2º e 3º ciclos visitam esta exposição nas disciplinas de História e de Cidadania.
A emergência e a expansão da escravatura africana e do tráfico negreiro continuam, ainda hoje, a suscitar debate e reflexão. Este fenómeno histórico, marcado por uma violência extrema, moldou profundamente as relações entre o continente africano e outras regiões do mundo, como a Europa, a América e a Ásia.
Ao longo de séculos, esta realidade revelou tanto a crueldade humana como a capacidade de resistência e de memória. Dela nasceram múltiplos “lugares de memória”: monumentos, nomes de lugares e de povos, histórias transmitidas oralmente, contos, lendas e mitos. Estes elementos constituem um património vivo, continuamente reinterpretado pela memória coletiva.
Esta exposição propõe-se dar a conhecer esses lugares de memória nos países africanos de língua portuguesa. O seu objetivo é identificar, inventariar e mapear diferentes formas de memória — desde as mais visíveis e materiais, como edifícios e objetos, até às expressões imateriais preservadas pela tradição oral, que mantêm viva a criação cultural.
Nos territórios africanos, todos os espaços — aldeias, caminhos, florestas e rios — são habitados por vestígios do passado. As palavras, os objetos e os monumentos recordam a complexidade da condição humana, evocando tempos em que homens venderam outros homens, seus semelhantes, ou foram privados da sua liberdade e submetidos à escravatura.
Os lugares de memória não se limitam, por isso, aos grandes monumentos. Incluem também manifestações mais discretas, mas igualmente significativas, que permitem às comunidades — sejam elas locais, regionais, nacionais ou continentais — reencontrar a sua identidade e afirmar a sua capacidade de construir o futuro. Estes lugares convidam à reflexão sobre os percursos históricos e à compreensão do passado como base para a transformação do presente.
Inventariar e valorizar estes lugares de memória é, assim, um ato essencial. É através desse trabalho que se reconhece a história africana no quadro universal dos direitos humanos, tornando incontornável a memória do sofrimento causado pela escravatura e pelo tráfico negreiro, e reforçando o compromisso de nunca o esquecer.
18 março, 2026
Mediação Ler+ Jovem com Danilo Wandermuren
Na Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, o projeto Mediação Ler+ Jovem valoriza a opinião dos seus leitores. Hoje apresentamos o parecer literário de Danilo Wandermuren. Os livros ajudam-nos a compreender melhor o mundo e a nós próprios. Um jovem mediador incentiva os colegas a refletir, a fazer perguntas e a imaginar soluções para os desafios da sociedade.
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Lugares de Memória da Escravatura e do Tráfico Negreiro
A Biblioteca Escolar Ferreira de Castro apresenta, durante os meses de março e abril, a exposição Lugares de Memória da Escravatura e do Tráfico Negreiro. Esta iniciativa, produzida pelo Comité Português do projeto da UNESCO “A Rota do Escravo”, pretende sensibilizar diferentes públicos para as questões ligadas à escravatura e ao tráfico de escravos no mundo. As turmas do 2.º e 3.º ciclos visitam a exposição no âmbito das disciplinas de História e Cidadania.
A escravatura africana e o tráfico negreiro continuam a ser temas importantes e, por vezes, controversos. Este fenómeno, marcado por grande violência, teve um impacto profundo nas relações entre África, a Europa, a América e a Ásia.
Ao longo do tempo, deixou marcas que ainda hoje fazem parte da memória colectiva: monumentos, nomes de lugares, histórias, lendas e tradições orais. Estes elementos ajudam a manter viva a história e a identidade dos povos.
Esta exposição pretende dar a conhecer esses “lugares de memória” nos países africanos de língua portuguesa. Inclui tanto espaços e objectos visíveis como memórias transmitidas pela tradição oral.
Em África, muitos espaços — como aldeias, caminhos, rios e florestas — guardam sinais do passado. Esses vestígios lembram tempos difíceis, em que pessoas perderam a liberdade e foram tratadas como mercadoria.
Os lugares de memória não são apenas grandes monumentos. Também incluem expressões simples do dia-a-dia que ajudam as comunidades a lembrar o passado e a pensar no futuro.
Valorizar estes lugares é essencial para preservar a memória histórica e reforçar a importância dos direitos humanos, lembrando as consequências da escravatura e do tráfico negreiro.
17 março, 2026
Cuidados com a Internet
Hoje, a Biblioteca Escolar Ferreira de Castro recebeu os alunos do 1.º ciclo da Escola Básica de Ouressa para uma atividade dedicada à utilização segura da Internet. Com as vozes bem afinadas e sob a orientação da professora Teresa Ferreira, os pequenos artistas apresentaram um conjunto de canções que ensinaram, de forma simples e divertida, os principais cuidados a ter na navegação online. Através da música, os nossos alunos aprenderam a importância de proteger os seus dados pessoais, adotar comportamentos responsáveis e utilizar a Internet em segurança. A atuação conquistou o público e transformou a aprendizagem numa experiência envolvente e memorável. No final, todos cantaram em conjunto, encerrando a atividade com muita alegria e saindo mais conscientes da importância de navegar na Internet de forma segura e responsável. Foi, sem dúvida, uma forma diferente, educativa e muito divertida de aprender.
16 março, 2026
Viver a Água (5ºB2)
Na Biblioteca Escolar Ferreira de Castro tivemos o grupo/turma 5º B2 em mais uma sessão de educação ambiental, com a atividade Viver a Água, patrocinada pelo SMAS de Sintra.
Ensinar a importância da preservação da água vai muito além da transmissão de conhecimentos teóricos; trata-se de formar atitudes e valores. A educação ambiental deve incentivar a reflexão sobre o impacto das ações humanas nos recursos naturais, especialmente na água. Através de atividades práticas, como projetos escolares e experiências do quotidiano, os alunos compreendem melhor a necessidade de poupar e reutilizar este recurso. Este processo pedagógico contribui para o desenvolvimento de uma consciência crítica, preparando os jovens para enfrentarem os desafios ambientais do futuro com responsabilidade.
14 março, 2026
Um Livro que Li (Antónia Carneiro)
A Biblioteca Escolar Ferreira de Castro lançou o projeto "Um Livro que Li" para mostrar que as melhores histórias continuam depois da última página. Convidámos familiares dos nossos alunos a partilhar um livro que tenha deixado uma marca nas suas vidas. Pais que demonstram o seu gosto pelos livros criam oportunidades para partilhar histórias, conversar e passar tempo de qualidade com os filhos. Esses momentos aproximam a família e ajudam a criar memórias afetivas ligadas à leitura.
13 março, 2026
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