Blogue da Biblioteca Escolar da Escola Básica Ferreira de Castro - Sintra

Aqui partilhamos tudo o que acontece na nossa Biblioteca.
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22 junho, 2020

DIAS DE QUARENTENA -O POETA AGORA SOU EU: A ESCOLA


      Nestes dias de quarentena o Guilherme Pais, do 6º ano da turma A, diz-nos o quanto gosta da escola, neste desafio O poeta agora sou eu. Mais um aluno da professora Teresa Vieira que se expressa num poema.

A escola


No local onde o ensino importa mais
Os livros sorriem para nós, 
No nome escrevo Guilherme Pais
E no intervalo como uma Filhós. 


Memórias perdidas com o tempo
Da matéria que já foi dada,
Calem-se agora todos que se vai cantar o fado.


Para muitos prisão,
Para outros paraíso,
Trabalho como um cão
Para no futuro arrancar um sorriso.


No fim do ano letivo
Começa tudo de novo
Depois de aprender a contar aprendo também o adjectivo.


Obrigada Guilherme e ainda bem que gostas de escola!

21 junho, 2020

DIAS DE QUARENTENA - O POETA AGORA SOU EU: A AMIGA


      Kelly Pereira do 6º ano da turma A, revela-nos como é viver no seu castelo com a gata Vivi. Mais uma resposta ao desafio O poeta agora sou eu.

A Amiga

A amizade é como a família
Aquela que podemos escolher.


Brincamos com gatos, 
a Vivi e eu.
Patinamos com sapatos,
A amiga que a vida me deu.


Ao olhar para o céu
As nuvens contam-nos
histórias engraçadas.


Eu sou branca como a neve
A Vivi é morena como o caramelo.
A nossa amizade não é breve,
Vivemos no nosso castelo.

Obrigada Kelly Pereira por aceitares ser poeta por um dia!

20 junho, 2020

DIAS DE QUARENTENA - O POETA AGORA SOU EU: MELHOR DE MIM



      A Maria Rita, do 6º ano da turma B, faz aqui uma apresentação do melhor que é. Em resposta ao desafio O Poeta agora sou eu, mais uma aluna da professora Teresa Vieira nos escreve um poema.

Melhor de mim


O meu nome é Maria Rita.
Sou alta e magra,
E o meu cabelo é castanho.


Eu sou muito preguiçosa,
Mas também muito generosa.
O meu coração é como uma flor,
Quando me pedem uma coisa estou ao dispor.


Quando eu olho para comida
O meu estômago diz para eu comer tudo,
Mesmo que seja uma comida que nunca provei.


Gosto muito da minha família e amigos,
Sou simpática e não tenho inimigos
Não gosto muito de dançar,
Mas gosto de falar, estudar e caminhar.


Obrigada Maria Rita por nos revelar quem é.

19 junho, 2020

DIAS DE QUARENTENA - O POETA AGORA SOU EU : AMIGADE


     Hoje os amigos revelam amizade nas palavras de Madalena Cruz do 6º ano da turma B, que neste desafio O poeta agora sou eu, revela como este sentimento é importante para si.

Amigade*


Todos temos amigos
Todos temos família
A família são amigos, os amigos são família.


A falta de amigos
É como o deserto
Sem nada nem ninguém.


Amizade é como flores que estão a germinar
Todos os dias crescem
Sem parar
Até que florescem.


Eu sou muito agradecida
Por todas as amizades que fiz,
São das melhores coisas da vida
E fico muito feliz!

*amigos + amizade
Obrigada Madalena por valorizar a amizade!

18 junho, 2020

DIAS DE QUARENTENA -O POETA AGORA SOU EU: NOA


    Mais um aluno do 6º ano, desta vez da turma A, Noa Santos, que responde ao desafio de ser poeta nestes dias de pandemia.
      Com o desafio da professora Teresa Vieira, a Biblioteca Escolar Ferreira de Castro tem o prazer de revelar quem é Noa!

“Noa” 

Eu vivo em Mem Martins
onde tenho muitos amigos.
Há muita gente para brincar,
Em Mem Martins gosto de morar.


Eu gosto muita da família 
porque ela grande e bonita.
A minha família é especial, 
como eles não há iguais 


Eu não tenho muitos amigos 
mas os que eu tenho são queridos
como eles nunca mais vou encontrar .


A minha casa é o meu lar
onde me sinto confortável, 
onde posso relaxar.

Obrigada Noa por te apresentares assim!

17 junho, 2020

DIAS DE QUARENTENA -O POETA AGORA SOU EU : SER DIFERENTE SEM SE VER


      Os alunos de 6º ano da professora Teresa Vieira foram desafiados a serem poetas, a expressar-se por poemas, quadras e tercetos, quais poetas de sonetos.

      Hoje começamos com o David Santos do 6º ano da turma B, que nos revela por palavras a sua força interior.

Ser diferente sem se ver 

Da escola aprendi a gostar,
Amigos fiz e estudei,
com a família confraternizei.

O meu bem estar piorou,
com alterações na audição
e cansaço psicológico acusou.

Não é visível a diferença:
cálculo, audição, língua estrangeira ou leitura,
tudo compensa,
mesmo sem cura.

Na Ferreira de Castro aprendi.
No desporto sou feliz.
Fui aceite e cresci,
No coração, professores acolhi.


Obrigada David por revelares a tua força!