Blogue da Biblioteca Escolar da Escola Básica Ferreira de Castro - Sintra

Aqui partilhamos tudo o que acontece na nossa Biblioteca.
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22 junho, 2020

DIAS DE QUARENTENA - APRENDER INGLÊS COM A BBC : LITTLE MONSTERS


Na função da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro apoiar o currículo e o #EstudoEmCasa, temos aqui mais uma pequena história animada da BBC para ajudar a aprender inglês sozinho ou acompanhado pela família.
Basta clicares AQUI
acompanhares esta animação 
para ouvires e leres inglês na história 
Little Monsters


Agora que já ouviste a história já podes fazer 
atividades divertidas sobre
Diverte-te


15 junho, 2020

DIAS DE QUARENTENA - APRENDER INGLÊS COM A BBC: NELL'S BOOK



Na missão da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro apoiar o currículo e o #EstudoEmCasa, temos mais uma pequena história animada da BBC para ajudar a aprender inglês com os teus pais ou mesmo sozinho.

Podes aprender a ouvir, ler e escrever inglês. Cada história tem um vídeo, e atividades práticas.

Hoje temos 



Entra na magia dos livros com Nell.



Agora que já ouviste a história já podes fazer 
atividades divertidas sobre


Diverte-te com Nell!

12 junho, 2020

DIAS DE QUARENTENA - APRENDER INGLÊS COM A BBC:THE ROBOT


Mais uma vez a Biblioteca Escolar Ferreira de Castro pretende apoiar o currículo de #EstudoEmCasa com recursos alternativos e complementares.

Esta é uma série de histórias curtas e animadas para ajudar os jovens a aprender inglês com os pais. Cada história tem uma transcrição para download e um pacote de atividades para ajudar a explorar e usar o idioma.

Estes são recursos de Inglês para trabalho autónomo. Através de pequenas histórias os alunos podem desenvolver as competências do ouvir, ler e escrever. Cada recurso é composto por um vídeo, o respetivo texto e atividades práticas (com proposta de solução) sobre o mesmo. 

Os alunos podem escolher o nível de língua. Os recursos são úteis para todos os alunos que pretendam desenvolver as suas competências auditivas e de leitura. 


Hoje começamos com 








Boa viagem!


Agora que ouviste a história podes fazer umas 

 Diverte-te e aprende !


04 junho, 2020

DIAS DE QUARENTENA - PEDRO SOLDADO


Ainda a propósito da aula de História de 9º ano de #EstudoEmCasa, de 1 de junho de 2020 sobre a Guerra Colonial Portuguesa, referimos aqui também que na canção de intervenção pretende-se mostrar um ponto de vista , normalmente sócio político, em contestação com o regime vigente.Em Portugal durante os anos 60 e 70 do século XX, as canções de contestação tiveram como um dos temas a Guerra Colonial Portuguesa.
Deixamos aqui a canção de Manuel Alegre cantada por Manuel Freire, Pedro Soldado.



Pedro Soldado
(Manuel Alegre)

Já lá vai Pedro soldado

Num barco da nossa armada

E leva o nome bordado

Num saco cheio de nada

Triste vai Pedro soldado



Branca rola não faz ninho

Nas agulhas do pinheiro

Não é Pedro marinheiro

Nem o mar é seu caminho



Nem anda a branca gaivota

Pescando peixes em terra

Nem é de Pedro essa roda

Dos barcos que vão à guerra



Onde não anda ceifeiro

Já o campo se faz verde

E em cada hora se perde

Cada hora que demora

Pedro no mar navegando



Não é Pedro pescador

Nem no mar vindimador

Nem soldado vindimando

Verde vinha vindimada

Triste vai Pedro soldado

Manuel Freire - "Pedro Soldado" poema de Manuel Alegre


DIAS DE QUARENTENA - MENINA DOS OLHOS TRISTES


A propósito da aula de História de 9º ano de #EstudoEmCasa, de 1 de junho de 2020 sobre a Guerra Colonial Portuguesa, referimos aqui que nos anos 60 e 70 do século XX, a canção de intervenção ou de protesto teve o seu período glorioso, sendo que em Portugal, a ditadura ainda não tinha terminado e havia uma guerra colonial em curso.
Fica aqui a canção de José Afonso, Menina dos Olhos Tristes.




Menina dos olhos tristes

Menina dos olhos tristes
O que tanto a faz chorar
O soldadinho não volta
Do outro lado do mar 

Vamos senhor pensativo
Olhe o cachimbo a apagar
O soldadinho não volta
Do outro lado do mar 

Senhora de olhos cansados
Porque a fatiga o tear
O soldadinho não volta
Do outro lado do mar 

Anda bem triste um amigo
Uma carta o fez chorar
O soldadinho não volta
Do outro lado do mar 

A lua que é viajante
É que nos pode informar
O soldadinho já volta
Do outro lado do mar 

O soldadinho já volta
Está quase mesmo a chegar
Vem numa caixa de pinho
Desta vez o soldadinho
Nunca mais se faz ao mar

Música: José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, dito José Afonso (1929-1987)
Letra: Reinaldo Edgar de Azevedo e Silva Ferreira, dito Reinaldo Fereira ((1922-1959)
Incipit: Menina dos Olhos Tristes
Origem: Algarve (Faro)
Data: ca. 1962-1963

21 maio, 2020

DIAS DE QUARENTENA - HISTÓRIA DAS PEQUENAS COISAS: A PESTE NEGRA



 
A propósito da aula de História desta semana, do 7º ano do #EstudoEmCasa,
sobre a Crise do Século XIV,
propomos aqui que visiones esta conversa com o historiador Sérgio Carvalho 

Em tempo de pandemia ocorre-nos a todos a
Peste Negra, que dizimou um terço da população europeia.
Sabes que medidas sanitárias foram usadas para a combater? 
Estas e outras questões podes ver respondidas 

15 maio, 2020

DIAS DE QUARENTENA - O AUTÓMATO DE JAQUET-DROZ


Ainda a propósito da aula de História e Cidadania de 8º ano de #EstudoEmCasa  do passado dia 11, dentro da temática relacionada com A evolução da ciência e da técnica: dos séculos XII a XVIII, colocamos aqui a hipótese de associares o estudo da História às aprendizagens de Inglês da aula de dia 12 sobre Free time - outdoor activities.
Apresentamos aqui um pequeno vídeo em inglês sobre uma maravilhosa obra do século XVIII, um robô com 240 anos, que há quem diga poder ter sido o primeiro computador do mundo.

A peça "O Escritor" foi montado com mais de 6.000 peças durante seis anos. Seu desenho é a evolução de um autómato anterior,  e  podia escrever em inglês e francês, bem como realizar alguns desenhos.


A versão de Jaquet-Droz pode escrever com uma pena graças a uma engrenagem integrada em seu mecanismo interno onde são selecionados os caracteres um a um, que permitem escrever assim textos curtos, de umas quarenta palavras. Este autómato molha a pena na tinta de vez de quando, escorre para não manchar o papel, levanta a pena como se estivesse pensando e segue  com o olhar a pena enquanto escreve.

https://www.mdig.com.br/index.php?itemid=48345
Para que possas assistir a esta 

magnifica obra, basta clicar 
AQUI 

e sentires-te maravilhado!



14 maio, 2020

DIAS DE QUARENTENA - CARAVELAS E NAUS


Na passada segunda feira dia 11, o tema do #EstudoEmCasa para 8º ano de História e Cidadania, abordou as Inovações técnicas na agricultura e nos transportes nos séculos XII e XIII, dentro da temática relacionada com A evolução da ciência e a técnica: dos séculos XII a XVIII.
Para que possas consolidar melhor as aprendizagens, e para que respondas melhor à Questão /Problema do #EstudoEmCasa, hoje o que trazemos é um vídeo e uma visita virtual aos transportes portugueses do período da expansão marítima. 

Para veres o vídeo sobre Caravelas, Naus e Galeões Portugueses, 
um choque tecnológico no sec XVI na época dos Descobrimentos
clica AQUI e boa viagem no tempo.


Para uma visita virtual a uma nau, convidamos-te a vir connosco até Vila do Conde para entrares numa nau portuguesa : A Nau de Vila do Conde é uma réplica das primeiras Naus a fazer a ligação ao Oriente, e tem 27m de longo e pesa 120 toneis
Para entrares na nau, clica AQUI e boa visita!



10 maio, 2020

DIAS DE QUARENTENA - CIDADANIA DIGITAL

Num período em que utilizamos os meios digitais para sobreviver à pandemia, interessa também termos a noção que existem princípios de cidadania digital.
Oiçam o professor Carlos Pinheiro a apresentar os 10 Domínios da Cidadania Digital.

Veja o vídeo aqui.
A cidadania digital ajuda a reforçar as competências necessárias para tirarmos o máximo partido das novas tecnologias. Por um lado ajuda a evitar os problemas do mau uso das ferramentas digitais, e por outro lado ajuda a tirar o máximo proveito das imensas potencialidades positivas que os novos meios digitais nos disponibiliza

Mais do que saber usar uma dada aplicação ou nova tecnologia, importa refletir sobre o seu impacto na nossa vida, tomar consciência das alternativas reais que existem e tomar decisões informadas, conscientes e coerentes. 

https://cidadaniadigital.pt/

07 maio, 2020

DIAS DE QUARENTENA - FEIRAS E MERCADOS

   Reabrir hoje feiras e mercados só com novas regras sanitárias, devido à atual pandemia. No entanto os mercados e as feiras fazem parte da nossa história económica desde a Idade Média, sendo também que por isso cada vez há mais recriações de feiras medievais por esse Portugal fora.
Hoje, e a propósito desta situação e da última aula de #EstudoemCasa de História e Cidadania de 7º ano, vamos lembrar aqui como eram o comércio e os artesãos na Idade Média, com um documentário da RTP Ensina.
 Boa viagem no tempo!

21 abril, 2020

DIAS DE QUARENTENA – A CENSURA NO ESTADO NOVO


Mais um dia de abril a caminho de 25. A Revolução Portuguesa de 25 de abril de 1974 significou para Portugal a conquista da democracia. Fica aqui mais uma publicação sobre o que foi viver no Estado Novo e uma das conquistas desta revolução: a liberdade de expressão.





Durante mais de 40 anos, nada seria publicado em Portugal sem que passasse primeiro pela censura. O conhecido "lápiz azul", tantas vezes usado noutras cores, abateu-se sobre milhares de livros, sobre a imprensa e sobre qualquer manifestação cultural. 

Mais de duas décadas depois do 25 de Abril, Mário Zambujal fala-nos, em estúdio, daquilo que foi o fim da censura. 

Chefe de redacção de O Século à altura, recorda os primeiros dias de liberdade de expressão, quando fazer edições contínuas com tudo o que durante tanto tempo tinha sido silenciado era a única forma de celebrar devidamente essa possibilidade ansiada, sem cuidar de ir a casa, tomar banho ou dormir. 

Aceitando como óbvio o facto de haver censura num regime ditatorial, Mário Zambujal alude ironicamente à sujeição prática do jornalismo de então aos moldes que lhe foram impostos. “Era tudo à mão e a pé”, diz, e terá sido por isso, defende, que a maior e mais relevante parte dos jornais se instalava no Bairro Alto, de onde era mais fácil chegar às instalações oficiais onde o lápis azul actuava, fazendo posteriormente sair as provas, já censuradas, para publicação.


Este texto e uma pequena reportagem podem ser visionados em:






Ainda podes visitar a Galeria Virtual da Censura do Museu Nacional da Imprensa onde podemos ler por Luís Humberto Marcos, Director do Museu Nacional da Imprensa, a seguinte apresentação: 



Esta GALERIA VIRTUAL DA CENSURA começa com uma delimitação temporal precisa:

o período da ditadura que vigorou em Portugal entre 1926 e 1974.
Os restantes tempos de censura da história portuguesa – e foram muitos desde a Inquisição - não são contemplados nesta primeira fase da GALERIA. Começando pela censura instaurada menos de um mês após o golpe militar de 28 de Maio de 1926, e que se foi apurando com a mestria do ditador Salazar, estaremos a falar de um dos processos censórios mais bem urdidos da história repressiva da humanidade.
Engenhosamente, diversos mecanismos estavam articulados de forma a “proteger” a ideologia do regime, de maneira aparentemente invisível e estimulando a autocensura.
Tratou-se de uma máquina censória que durou cerca de 48 anos e que se inculcou nos interstícios da sociedade portuguesa. Grande parte das provas desapareceu, mas o que ficou é suficiente para dar a noção da monstruosidade praticada. Na GALERIA podem ser apreciadas muitas provas censuradas, a par da legislação e de uma cronologia com os principais factos. Os cibernautas poderão ainda ter acesso a testemunhos, a protestos em favor da abolição da censura e à imprensa clandestina que de 1926 a 1974 se produziu, numa resistência continuada.
O fim da Censura, com o 25 de Abril de 1974, abriu o maior período de liberdade de expressão da história portuguesa.
Porque se sabe existirem muitas provas e histórias esquecidas, faz-se apelo a contributos e comentários que tornem a história da censura mais documentada.


Boa Visita!

18 abril, 2020

DIAS DE QUARENTENA - O CAMPO DO TARRAFAL


Depois de publicarmos o tema PIDE/DGS, nos assuntos que nos fazem caminhar em abril na direção da revolução portuguesa de 1974, abordamos o tema O campo do Tarrafal em Cabo Verde.

O campo de prisioneiros do Tarrafal funcionou, de forma irregular, entre 1936 e 1974, acolhendo primeiro os opositores portugueses ao regime e, posteriormente, os guerrilheiros dos grupos de libertação dos países africanos.
Em Outubro de 1936 chegaram a Cabo Verde cerca de centena e meia de pessoas para inaugurar o campo de concentração do Tarrafal. As condições de vida eram atrozes. O clima era quente, quase desértico, não existiam condições de higiene, a comida era escassa e os prisioneiros estavam obrigados a realizar trabalhos forçados.
Pelas razões já apontadas também lhe chamavam “campo da morte lenta” e mais de três dezenas de pessoas perderam lá a vida…
O campo esteve em funcionamento de forma intermitente entre 1936 e 1954 recebendo oposicionistas portugueses ao regime. Em 1961 voltaria a ser reativado, mas com o objetivo de receber militantes dos grupos que lutavam pela independência das colónias africanas.



Este texto e um pequeno filme podem ser visionados em:






O conhecimento também se faz de leituras e aqui propomos o livro Memória do Campo de Concentração Tarrafal, que pode ser descarregado em PDF da Biblioteca Digital do Instituto Camões em:



17 abril, 2020

DIAS DE QUARENTENA – HISTÓRIA DA PIDE/DGS



Mais uma página a caminho de 25 de abril, data em que celebraremos, ainda que confinados, a Revolução dos Cravos. Para melhor valorizarmos a revolução convém continuarmos a conhecer algumas realidades de Portugal, anteriores a 1974, através mais uma vez da RTP Ensina e de sugestão de leituras.



Hoje abordaremos a História da PIDE/DGS


Durante quase 30 anos a polícia política encarregou-se de assegurar os valores do estado novo, mesmo que isso implicasse matar, torturar ou censurar.

A Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE) foi criada a 22 de outubro de 1945, no auge do Estado Novo. A função desta polícia era perseguir, prender e interrogar qualquer individuo que fosse visto como inimigo à ditadura salazarista. Estes opositores ao regime eram levados para prisões em Portugal como as dos Fortes de Caxias e de Peniche, ou a do Tarrafal, na ilha de Santiago, no arquipélago de Cabo Verde. Nestes locais eram muitas vezes vítimas de tortura, privação de sono, isolamento, más condições alimentares, higiénicas e de saúde, o que levava muitas vezes à sua morte.
A PIDE também dirigia a censura. Um dos seus mais famosos processos ficou conhecido como o “lápis azul”, uma vez que todos os artigos de imprensa e obras de arte – literatura, teatro, cinema, artes plásticas -, eram cortados, editados ou proibidos com um lápis azul antes de serem publicados.
Com a subida ao poder de Marcelo Caetano, em 1968, a imagem deste organismo policial tinha uma reputação amarga perante o povo português, levando o recente ditador a dissolver a PIDE. Mais tarde, a 24 de Novembro de 1969, foi oficialmente criada a DGS (Direção-Geral de Segurança) que manteve as mesmas funções da antiga PIDE.
Este sistema autoritário só chegou realmente ao fim com a chegada do 25 de Abril de 1974



Este texto e um pequeno filme podem ser visionados em:


Entretanto sobre este tema propomos a leitura da obra da historiadora Irene Pimentel 
A história da PIDE.



Propomos mais um livro sobre a PIDE e seus informadores, que como nos diz a apresentação do Museu Nacional Resistência e liberdade, é uma importante narrativa histórica sobre a PIDE e os seus informadores, através do caso paradigmático de Inácio […] objectiva e rigorosa, feita com base nos processos da polícia política existentes na Torre do Tombo, se poderá […] conhecer a face mais negra do Estado Novo, como Estado autoritário ou totalitário, questionando a ideia de que se tratava – como às vezes por aí se diz – de uma simples “ditadura à portuguesa”, tradicionalista e conservadora, e de “brandos costumes”.