Num mundo onde o negacionismo e a distorção da história continuam a ganhar terreno, é crucial que os jovens tenham acesso a testemunhos reais de quem viveu o Holocausto e a Segunda Guerra Mundial. Estes relatos são provas inquestionáveis dos horrores que ocorreram, ajudando a combater a desinformação. Quando os jovens leem estas histórias, tornam-se guardiões da memória coletiva, garantindo que a verdade histórica não seja apagada ou deturpada. Este é um passo vital para a preservação da memória e para a defesa dos valores democráticos. São estes alguns dos objetivos do projeto da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, Ler o Holocausto. Hoje revelamos mais algumas imagens de alunos que escolheram ler testemunhos reais das experiências em campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, e participar no Projeto Ler o Holocausto.
"Chega-se a ser grande por aquilo que se lê e não por aquilo que se escreve." Autor: José Luís Borges
Blogue da Biblioteca Escolar da Escola Básica Ferreira de Castro - Sintra
Aqui partilhamos tudo o que acontece na nossa Biblioteca.
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18 fevereiro, 2025
30 janeiro, 2025
Ler o Holocausto ( 8ºD1,D2,D3)
A Biblioteca Escolar Ferreira de Castro continua a incentivar a participação dos alunos no Projeto Ler o Holocausto. Testemunhos de sobreviventes da Segunda Guerra Mundial incentivam os jovens a refletirem sobre questões éticas e morais fundamentais. Por que razão tantas pessoas participaram ou foram cúmplices de crimes tão terríveis? Como é que alguns tiveram a coragem de resistir? Estes textos desafiam os jovens a questionar o comportamento humano em situações extremas e a refletir sobre a sua própria responsabilidade no combate à discriminação e à injustiça no mundo atual. Ler estas histórias é, portanto, uma lição de ética que transcende o contexto histórico. Por este facto, mostramos aqui imagens de leitores de 8º ano, que só no 9º ano abordarão esta temática na disciplina de História, e que mesmo assim mergulharam nesta realidade do Holocausto, através das suas leituras.
27 janeiro, 2025
Ler o Holocausto - O Bloco das Crianças
Ler testemunhos reais sobre o Holocausto e a Segunda Guerra Mundial é essencial para os jovens compreenderem a magnitude das atrocidades cometidas. Estes relatos não são apenas documentos históricos; são vozes vivas que nos alertam sobre os perigos da intolerância, do ódio e da indiferença. Ao mergulharem nestas histórias, os jovens aprendem que o esquecimento pode abrir caminho para a repetição de erros do passado. Compreender o impacto humano destes eventos ajuda a formar cidadãos mais conscientes e empenhados na construção de um futuro mais justo e solidário.
Hoje, que fazem 80 anos que foi libertado o campo de concentração de Auschwitz, publicamos mais um parecer literário, do projeto Ler o Holocausto, da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro. São as palavras do nosso aluno Guilherme Nascimento do 7º ano, que aqui publicamos.
Neste livro tudo começa entre 1943 e 1944, na altura da 2ª Guerra Mundial e das dramáticas histórias nos campos de concentração, sobre as câmaras de gás, sobre o bloco das crianças e do racismo contra os judeus.
Gostei de ler o que Otto B. Kraus relatou, porque explica o que passou durante a guerra e toda a dramática situação.
O que eu aprendi foi que a 2ª Guerra Mundial foi bem pior do que eu pensava, e que não se deve fazer brincadeira sobre o que aconteceu.
Na minha opinião, este livro é incrível para quem tem interesse em momentos históricos e marcantes como este. Eu recomendo esta leitura para quem pretende saber o que se passou nestes momentos históricos. E mesmo para quem poderá não ter muito interesse neste tipo de livros, penso que passará a interessar-se por este tema.
Guilherme Nascimento 7º B3
04 janeiro, 2025
Ler o Holocausto - As Gémeas de Auschwitz
O projeto Ler o Holocausto, da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, pretende que os testemunhos reais tragam um rosto humano aos números e factos apresentados nos livros escolares, neste caso de História de 9º ano. Ao lerem as memórias de sobreviventes do Holocausto, os jovens são confrontados com emoções e experiências que tornam a História mais palpável e real. Esta ligação emocional permite-lhes ver para além das datas e estatísticas, entendendo que cada vítima era uma pessoa com sonhos, medos e uma vida interrompida pela guerra. Humanizar a história é essencial para que os jovens desenvolvam empatia e compreendam o valor da dignidade humana.
Hoje publicamos o parecer literário de Bruna Filipe sobre o livro As Gémeas de Auschwitz.
O livro relata a história de duas irmãs gémeas judias que foram levadas à força para um campo de concentração na Polónia. Foram umas das escolhidas para integrarem um grupo de crianças gémeas, com a finalidade de serem “estudadas” por um médico nazi. Mas, apesar de todas as experiências e de todo o mal que vivem, nunca perdem a esperança de conseguirem fugir e sobreviver a todo o terror.
A personagem de que mais gostei foi a Eva, porque em toda a história é a mais corajosa e destemida, pois, no decorrer do tempo para sobreviver, a sua coragem levou-a a sítios que jamais alguém conseguiria ir.
Com este livro aprendi que nunca devemos desistir ou parecer fracos à frente dos nossos inimigos. Devemos saber perdoar, como a autora refere na história: perdoarmos os nossos amigos, mas principalmente os nossos inimigos.
Simplesmente adorei o livro, porque além de nos dar conhecimento do passado, de aprendermos mais sobre o Holocausto, também nos inspira para não cometermos os mesmos erros que a Eva sofreu.
Recomendo este livro a quem quer aprender mais sobre o tema do Holocausto e goste de histórias verídicas, tal como esta.
Bruna Filipe 9º A1
12 dezembro, 2024
Ler o Holocausto - A bibliotecária de Auschwitz
Ensinar o Holocausto nas escolas é essencial para formar cidadãos conscientes e comprometidos com a defesa dos direitos humanos. O genocídio de milhões de pessoas durante a Segunda Guerra Mundial, em especial a perseguição aos judeus, é um marco histórico que evidencia os perigos da intolerância, do preconceito e da apatia frente às injustiças. Estudar o Holocausto permite que os jovens compreendam como discursos de ódio e políticas discriminatórias podem levar a tragédias de proporções inimagináveis. É neste sentido que nasce o projeto da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro Ler o Holocausto.
Hoje publicamos o parecer literário de Mariana Fernandes, sobre o livro A bibliotecária de Auschwitz.
No campo de concentração de Auschwitz é erguida uma escola, onde os livros são proibidos. Dita tem de escondê-los para proteger a sua pequena biblioteca. A personagem de que eu mais gostei foi a Dita, pois admiro a sua coragem e responsabilidade.
Com este livro aprendi que até nos momentos mais escuros a literatura pode ser um pontinho de luz. Este livro é encantador, com relatos realistas e histórias verídicas das vítimas do Holocausto.
Recomendo o livro para as pessoas evoluírem e aprenderem as consequências destes atos horríveis através dos relatos detalhados das vítimas.
Mariana Fernandes 9º A2
10 dezembro, 2024
Ler o Holocausto - Portugueses no Holocausto
A Biblioteca Escolar Ferreira de Castro publica mais um parecer literário de um aluno participante no projeto Ler o Holocausto, Rodrigo Sousa do 9ºA1. Ensinar o Holocausto é preservar a memória de milhões de vítimas e garantir que suas histórias não sejam esquecidas. Esse processo educativo é um ato de respeito e reconhecimento, além de uma forma de alertar as novas gerações sobre os riscos da intolerância e do extremismo. A história do Holocausto serve como um alerta poderoso sobre o que pode acontecer quando a discriminação e o ódio são normalizados. É para nós gratificante constatar o que os nossos alunos descobrem com estas leituras.
Este livro fala das vítimas portuguesas, ou descendentes, que sofreram no Holocausto. Fala sobre o cônsul português que arriscou a sua vida pela vida de milhares de judeus na II Guerra.
Para mim, a personagem que mais se destacou foi o cônsul Aristides de Sousa Mendes, pela sua coragem ao arriscar a própria carreira e vida para passar vistos aos judeus, e pela empatia e humanidade que teve ao salvar milhares de judeus deportados.
Este livro transmite-nos a ideia de que devemos ajudar os necessitados de qualquer forma que possamos, e ensinou-me mais sobre a empatia e generosidade do povo português.
Gostei bastante da leitura deste livro por abordar um tema tão desconhecido: as histórias de como Portugal participou na ajuda contra a perseguição dos judeus na II Guerra.
Recomendo este livro a quem queira aprender mais sobre o Holocausto, e sobre o nosso país.
Rodrigo Sousa 9º A1
07 dezembro, 2024
Ler o Holocausto -Os Bebés de Auschwitz
Publicamos mais um testemunho de um leitor da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, Luís Silva, que participa neste projeto Ler o Holocausto. O objetivo deste projeto é levar os jovens a aprendem a reconhecer e resistir a discursos de ódio e exclusão que ainda surgem em diferentes contextos. Além disso, o ensino do Holocausto promove a análise crítica, essencial para que os alunos possam identificar e combater ideologias perigosas. Esse conhecimento é uma ferramenta indispensável na formação de cidadãos que defendem ativamente os princípios da igualdade e da dignidade humana.
O livro refere três mulheres judias, Priska, Anka, Rachel, que foram brutalmente levadas do seu lar para um campo de concentração. Chegando lá. conhecem o pior pesadelo delas, pois estavam grávidas e corriam o risco de serem descobertas. Gostei de ler sobre estas três mulheres, que lutaram até ao fim para sobreviver, para que os filhos tivessem chance de viver.
Com este livro aprendi que tenho de dar valor por ter o que tenho hoje e que não devo ser preconceituoso com outras religiões, porque todos somos iguais.
Eu gostei do livro só por ver o esforço das mulheres e pela coragem de manterem em segredo que estavam grávidas.
Diria que este livro é bom para quem gosta de ação e de História, e não o recomendo para pessoas sensíveis pois podem não aguentar essas histórias reais.
Luís Silva 9º A3
04 dezembro, 2024
Ler o Holocausto - O voluntário de Auschwitz
A inclusão do Holocausto no currículo escolar é uma forma poderosa de prevenir que tragédias similares se repitam. Essa tragédia não ocorreu apenas devido à ação de líderes autoritários, mas também pela aceitação e passividade de muitos indivíduos e instituições. Ensinar o Holocausto oferece uma oportunidade única de discutir os mecanismos que permitiram que tal evento ocorresse, desde a desinformação até a banalização do mal.
A Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, na sua função formativa de uma sociedade democrática, criou este projeto Ler o Holocausto, em que os alunos escolhem uma obra com testemunhos reais da realidade do genocídio do Holocausto, e pronunciam-se sobre a obra e sobre as situações descritas na mesma.
Hoje, é Samir Santos que nos revela o que foi para ele ler a obra O voluntário de Auschwitz
Bitola Pilecki, um soldado polaco, voluntariou-se a ser um prisioneiro em Auschwitz para relatar os horríveis acontecimentos passados no campo de concentração. A missão decorreu entre 1940 e 1943 e convence os Aliados sobre as práticas nazis. Além disso, ele organizou os prisioneiros em grupos de resistência para controlar o campo.
A minha personagem favorita é o Witold Pilecki, pois ele demonstrou coragem e devoção no cumprimento da sua missão.
Ao ler o livro, aprendi que não podemos desistir em nenhuma situação se tivermos o objetivo de realizar algo ou provar algo.
Na minha opinião, este livro tem uma história inspiradora e foi fácil de entender, e qualquer pessoa consegue compreender a história.
Se eu tivesse de recomendar este livro, eu diria que é um livro com uma boa história e de fácil leitura.
Samir Santos 9º A2
30 novembro, 2024
Ler o Holocausto - Um longo caminho em Auschwitz
O ensino sobre o Holocausto na Segunda Guerra Mundial vai além da simples transmissão de factos históricos. Ele tem o poder de instigar nos jovens uma compreensão profunda sobre os perigos da intolerância e do racismo. Este genocídio sistemático não foi apenas um evento histórico isolado, mas um alerta sobre como sociedades inteiras podem ser manipuladas por ideologias baseadas no ódio e na exclusão.
Aqui temos o testemunho de Laura Neto, de como é ler uma obra sobre um campo de concentração na Segunda Guerra Mundial. Esta aluna, a participar no projeto Ler o Holocausto, da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, escreve-nos sobre a obra Um longo caminho em Auschwitz, de Max Eisen.
Este livro é um testemunho poderoso de Max Eisen, o autor do livro, como um adolescente judeu que conseguiu sobreviver aos horrores de Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial. A obra conta a história de Max, desde a sua infância na Checoslováquia até ele ser deportado pelos nazis para Auschwitz. Max descreve as condições em que vivia e trabalhava, e como o apoio do seu pai e tio foram fundamentais para a sua sobrevivência no campo de concentração. Max ainda teve de enfrentar o desafio de recomeçar a sua vida depois de ter sido libertado.
A sua extraordinária determinação em sobreviver, e também em partilhar a sua experiência traumática para educar os outros, é inspiradora. Além disso, acho de extrema importância o Max ter não só contado como sobreviveu em Auschwitz, como também contou as dificuldades que teve em viver normalmente quando foi libertado. Max contou os perigos que enfrentou durante todos esses anos para que a história dele e de muitos milhões, que não tiveram a possibilidade de escrever para ensinar que é essencial manter a memória do Holocausto viva, pudesse evitar que as atrocidades do Holocausto se repetissem, e para que possamos promover a paz. Além de que mesmo nas piores circunstâncias tem de se ter esperança.
Eu creio que a obra é inevitavelmente bastante comovente e emocionante, pela história de um adolescente que perdeu a família inteira com apenas 14 anos. A honestidade e sinceridade com que Max escreve a história é o que torna a sua leitura tão difícil e tocante, porém totalmente necessária para mostrar os eventos que ele e muitos outros tiveram que passar, sem embelezar os horrores a que esteve exposto.
Eu já vi diversos vídeos e filmes sobre a Segunda Guerra Mundial, porque eu gosto muito de História, e em particular das duas grandes guerras. Contudo, nunca tinha visto algo tão detalhado sobre o Holocausto como este livro, que é ainda mais impressionante atendendo ao facto de que o livro tem somente 255 páginas. Além do mais, esta obra fala também do período pós-libertação, o que eu não vejo ser muito aprofundado em livros ou filmes que já li ou vi; pelo menos não é tão profundo como nesta história. Acredito que é do conhecimento geral que a vida nos campos de concentração era horrível e muito difícil. Todavia nunca tinha visto falarem da dificuldade em viver fora do campo depois da libertação, sendo bem mais complicado viver depois da libertação para o Max, que perdeu toda a sua família. Agora entendo a complexidade que era viver fora dos campos para quem ficou preso durante um longo período de tempo, sem mencionar que também têm de absorver tudo o que passaram no campo e quanto perderam com toda essa guerra.
Recomendo este livro para quem quer entender melhor o que aconteceu durante o Holocausto, no maior campo de concentração e extermínio, Auschwitz. Também recomendo para quem quer compreender até onde a crueldade dos seres humanos pode chegar.
Laura Neto 9º A4
27 novembro, 2024
Ler o Holocausto - O violino de Auschwitz
Ao aprender sobre o Holocausto, os estudantes desenvolvem empatia e consciência crítica, entendendo como o extremismo e a discriminação podem escalar para níveis catastróficos quando não são combatidos. Além disso, essa aprendizagem estimula reflexões sobre direitos humanos, responsabilidade coletiva e a importância de resistir a discursos de ódio. Apenas compreendendo os erros do passado é possível evitar que eles se repitam no futuro, fortalecendo os valores democráticos e humanitários.
Hoje é a Catarina Pascoal que integra o projeto da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, Ler o Holocausto, e nos revela como foi ler O Violino de Auschwitz.O protagonista, Daniel, foi a personagem de que mais gostei, porque representa a força interior e a capacidade de preservar a própria identidade no meio de tanta desumanização.
A leitura desta obra permitiu-me aprender sobre a capacidade de encontrar esperança no desespero e sobre a dignidade humana, mesmo nas situações mais sombrias da nossa vida.
Na minha opinião, o livro é profundamente tocante e poderoso, pois a autora consegue transmitir as emoções e os dilemas vividos pelos prisioneiros de Auschwitz.
Considero que é uma leitura intensa, que vale muito a pena ler para quem quer entender a força da esperança e da resiliência no meio do horror.
Catarina Pascoal 9º A2
23 novembro, 2024
Ler o Holocausto - A última testemunha de Auschwitz
Incluir o Holocausto no currículo escolar ajuda a fomentar o respeito à diversidade e os valores de igualdade. Por meio do estudo deste tema, os estudantes são incentivados a questionar comportamentos preconceituosos e a reconhecer a importância de proteger os direitos de todas as pessoas, independentemente de sua origem, religião ou crença. Além disso, o ensino do Holocausto cria um senso de responsabilidade coletiva, destacando a necessidade de agir contra injustiças em qualquer contexto. O conhecimento é a melhor arma contra o esquecimento e o primeiro passo para garantir que atrocidades como estas nunca mais aconteçam. A Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, com o seu projeto Ler o Holocausto, dá aos seus alunos a possibilidade de conhecerem esta realidade através da leitura de obras que são testemunhos reais deste contexto histórico. Hoje, é Miguel Andrade que nos escreve o que lhe ficou da leitura da obra A última testemunha de Auschwitz .
A minha personagem favorita foi o próprio Denis Avey porque ele quis experienciar o que os judeus sofriam em Auschwitz. E o que mais me surpreendeu com isto tudo foi que ele fez um plano para trocar de lugar com um prisioneiro judeu, para assim experienciar como era Auschwitz.
Com este livro eu aprendi que, por mais esforços que façamos, não é possível descrever a desumanidade do Homem para com o seu semelhante. O que é triste.
É um livro extremamente importante porque relata como foi o Holocausto. O livro conta uma história extraordinária, até porque parece algo que não é natural. É um livro magnífico, que conta a história de um homem que estava disposto a sofrer para contar e explicar como tudo se passou.
Este é um livro muito bom para quem gosta de saber sobre o Holocausto e de temas relacionados com a Segunda Guerra Mundial. Recomendo.
Miguel Andrade 9º A2
11 novembro, 2024
Ler o Holocausto - Se isto é um Homem
Ensinar sobre o Holocausto nas escolas é fundamental para que as novas gerações compreendam as graves consequências do ódio, do preconceito e da intolerância. Durante a Segunda Guerra Mundial, milhões de pessoas, principalmente judeus, mas também outros grupos como ciganos, pessoas com deficiência, opositores políticos e homossexuais, foram perseguidas e exterminadas em uma das maiores tragédias da humanidade. Este capítulo sombrio da história não deve ser esquecido, pois ele carrega lições indispensáveis para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.
O projeto Ler o Holocausto, da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, permite que os alunos abordem, através da leitura, a realidade vivida por testemunhos reais do Holocausto.
Hoje publicamos o parecer literário de Victor Florença ,que nos revela como foi ler a obra de Primo Levi, Se isto é um Homem. Este livro autobiográfico de Primo Levi retrata a sua experiência nos campos de Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial. O livro descreve as condições de vida dos prisioneiros e como eram tratados como objetos.
A personagem de que gostei mais foi sem dúvida de Primo Levi, porque quem explicaria melhor essa experiência a não ser um próprio prisioneiro.
Com este livro eu aprendi que todas as pessoas têm direito à vida. Não há ninguém que possa dizer/catalogar se as pessoas têm que viver ou não.
Eu achei este livro muito impactante, pois explica detalhadamente as situações nos campos de concentração e nos campos de extermínio.
Eu recomendo este livro a quem quer aprender sobre a II Guerra Mundial, e a quem gosta de livros que nos fazem sentir dentro deles.
Victor Florença 9ºA4
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