Dia 1 de maio celebra-se o Dia do Trabalhador e por esse facto deixamos aqui um pouco da sua História, que hoje em Portugal também é conquista de abril.
"Chega-se a ser grande por aquilo que se lê e não por aquilo que se escreve." Autor: José Luís Borges
30 abril, 2020
DIAS DE QUARENTENA - DIA DO TRABALHADOR
Dia 1 de maio celebra-se o Dia do Trabalhador e por esse facto deixamos aqui um pouco da sua História, que hoje em Portugal também é conquista de abril.
29 abril, 2020
DIAS DE QUARENTENA - DIA DA MÃE
Queres fazer uma surpresa para encantares a tua mãe com as tuas habilidades?
Deixamos-te aqui uma sugestão que podes adaptar à tua criatividade.
Bom trabalho e feliz dia da mãe!
28 abril, 2020
DIAS DE QUARENTENA - LIDO LÁ EM CASA - A FADA ORIANA
A Rafaela Giblote, aluna de sétimo ano, partilha connosco a sua preferência pelo livro de Sophia de Mello Breyner Andersen, A Fada Oriana. Para esta aluna esta obra foi uma lição de vida e a história prendeu a sua atenção, para além de nos dizer que gosta muito dos livros de Sophia de Mello Breyner.
Obrigada Rafaela pela partilha..
Pode-se ouvir ou ler esta obra no seguinte link:
Boas leituras!
27 abril, 2020
DIAS DE QUARENTENA - LIDO LÁ EM CASA- CONDE MONTE CRISTO
Hoje partilhamos um dos livros preferidos da professora Fátima Seixas: O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas.
Esta leitora diz-nos que três são as razões desta preferência: a construção da personagem principal, física e psicológica, é apaixonante...Edmund Dantè cresce no decorrer da obra; existe a procura de Justiça ou de Vingança, e esta dualidade provoca entusiasmo no leitor...; e finalmente esta é uma obra que nos demonstra que a vida dá sempre uma reviravolta extraordinária.
Para Fátima é um livro apaixonante!
Obrigada pela partilha!

Se alguém quiser ler a obra em PDF, propomos o seguinte link desta biblioteca digital:
25 abril, 2020
DIAS DE QUARENTENA - QUIZZ SOBRE O 25 DE ABRIL DE 1974
Acha que sabe tudo sobre o 25 de Abril?
Este ano celebra-se o 46.º aniversário da Revolução do 25 de Abril de 1974.
Acha que tem a lição bem estudada para este quizz?
Quizz
sobre o 25 de abril de 1974, no Público
Nuno Pacheco e Inês Chaíça
DIAS DE QUARENTENA - 25 DE ABRIL NUM MINUTO
No dia 25 de Abril de 1974 um grupo de militares derrubou a ditadura em Portugal e devolveu a liberdade à população. Num minuto saiba como funcionava o Estado Novo e o que aconteceu no dia da revolução.
Uma Produção da Academia RTP do ano de 2012 mostra aos mais novos num minuto o que se celebra hoje em Portugal, dia 25 de abril.
Clica no link indicado e vê o video num minuto.
24 abril, 2020
DIAS DE QUARENTENA - GRÂNDOLA VILA MORENA
Utilizada como segunda senha da revolução é, ainda hoje, a música que mais se identifica com o que aconteceu no dia 25 de abril de 1974. “Grândola, Vila Morena” tornou-se um tema icónico.
“Grândola, vila morena” foi anunciada aos 25 minutos do dia 25 abril de 1974 por Leite de Vasconcelos, no programa “Limite” da Rádio Renascença, confirmando que a revolução seria naquele dia.À escuta tinha militares em diversos quartéis prontos a mobilizar forças para tomar pontos estratégicos especialmente na capital. Uma hora e meia antes tinham estado sintonizados nos Emissores Associados de Lisboa onde João Paulo Dinis tinha emitido a primeira parte da senha: “E depois do Adeus”, um tema de Paulo de Carvalho.
Apesar de ter sido a segunda música utilizada naquela noite para desencadear a revolução, “Grândola, vila morena”, de Zeca Afonso, ficaria para sempre ligada a esse momento, continuando a ser o tema que mais rapidamente se identifica com os acontecimentos dessa madrugada.
Apesar de ter sido a segunda música utilizada naquela noite para desencadear a revolução, “Grândola, vila morena”, de Zeca Afonso, ficaria para sempre ligada a esse momento, continuando a ser o tema que mais rapidamente se identifica com os acontecimentos dessa madrugada.
Visiona o video que te propomos e descobre porque Grândola foi a música da revolução.
Agora ouve a música
Grândola Vila Morena | José Afonso ao vivo no Coliseu em
e lê a letra da canção e interpreta o seu significado.
Grândola Vila Morena
Zeca Afonso
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina, um amigo
Em cada rosto, igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto, igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola, a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
DIAS DE QUARENTENA - UMA REVOLUÇÃO PASSO A PASSO
Para assistir a esta reportagem e saber como se amanhece no dia 25 de abril de 1974 em Portugal, clica no link seguinte:
Conheça passo a passo o que aconteceu no dia 25 de abril de 1974. Siga também os acontecimentos que antecederam o movimento revolucionário e o que se viveu nas horas subsequentes.
Saiba porque ocorreram as primeiras reuniões dos militares revoltosos e a importância do livro de António de Spínola no futuro Movimento das Forças Armadas.
Conheça também como foi elaborado o plano de operações para o dia 25 de abril de 1974, quais os pontos chave que foram ocupados pelos militares e a forma como a revolução triunfou.
Nesta reportagem pode ainda seguir os principais acontecimentos dos dias que se seguiram ao golpe militar, nomeadamente as tensões que se viveram entre o MFA e a Junta de Salvação Nacional.
23 abril, 2020
DIAS DE QUARENTENA - 25 DE ABRIL DE 2020 (PROGRAMA)
25 de abril de 2020 : uma nova forma de celebrar a revolução portuguesa de 1974.
Para celebrar o 25 de abril, a Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema vai disponibilizar no seu site 20 títulos dedicados ao tema. São 11 longas-metragens e 12 números do Jornal Cinematográfico, e estarão disponíveis online a partir do dia 24 de abril e até ao dia 14 de maio.
Entre os filmes estão Brandos Costumes (de Alberto Seixas Santos, 1974), Scenes from the Class Struggle in Portugal (de Philip Spinelli e Robert Kramer, 1975) e Gestos e Fragmentos (também de Alberto Seixas Santos, 1982) – filme que deu o título à programação online da Cinemateca, iniciada a 13 de abril.
Será também disponibilizado o filme As Armas e o Povo (filme coletivo, 1975), que retrata os dias intensos entre o 25 de abril e o 1º de maio de 1974. Este é um dos filmes mais emblemáticos da revolução portuguesa, no qual participaram de uma forma ativa inúmeros realizadores e técnicos do cinema português. As Armas e o Povo, recentemente digitalizado pela Cinemateca Portuguesa, será ainda exibido na RTP1 no dia 25 de abril às 22h00.
Do lado da Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, o Arquivo Nacional da Torre do Tombo divulga um documento fundamental para a institucionalização do nosso regime democrático, o Caderno de Apontamentos com o programa do Movimento das Forças Armadas, da autoria de Ernesto Melo Antunes, militar oposicionista, homem de cultura e revolucionário. Este Bloco, datado de março a abril de 1974, é um manuscrito com 26 páginas, que contém o Programa de ação política do Movimento de Oficiais das Formas Armadas".
O Museu Nacional Resistência e Liberdade, na Fortaleza de Peniche, que no ano passado foi palco das celebrações dos 45 anos do 25 de abril, concebeu este ano um programa online, em alternativa ao original, que revela o trabalho que tem vindo a ser realizado pelo Museu e que contempla o envolvimento dos públicos mais jovens. Assim, está a ser desenvolvido um vídeo coletivo que reúne as gravações individualmente feitas por 30 crianças e jovens que, juntas, constituem uma fita do tempo da Revolução de Abril, com início às 22h00 do dia 24 de abril e terminando com a libertação dos presos da Cadeia de Peniche na madrugada do dia 27 de abril de 1974.
Imagens de Censura
No Museu Nacional do Teatro e da Dança, em Lisboa, no âmbito da rubrica diária Porque o Palco é a Vida! O Museu em casa, criada para o contexto que atravessamos, serão disponibilizadas online no dia 24 imagens de textos/livros objeto de intervenção da Censura, especificamente do dramaturgo Bertolt Brecht, acompanhadas de um texto, da autoria do diretor do Museu, sobre a Censura no Teatro no período da ditadura. No dia 25 de abril serão disponibilizadas imagens de espetáculos do mesmo dramaturgo, com destaque para Mãe Coragem.
https://culturaportugal.gov.pt/pt/saber/2020/04/25-de-abril-celebrar-com-cultura/
DIAS DE QUARENTENA - LIDO LÁ EM CASA - QUEIMADA VIVA
Neste período de quarentena, prosseguimos na divulgação de obras lidas pelos pais da Escola Básica Ferreira de Castro. A mãe Anabela Rocha partilha este livro Queimada Viva, de Souad, que diz ser um retrato de algumas comunidades onde se pratica a violência sobre as mulheres, pelo único facto de o serem.
Obrigada pela partilha
Obrigada pela partilha
DIAS DE QUARENTENA - LIDO LÁ EM CASA - A LÃ E A NEVE
Continuamos neste Dia Mundial do Livro a partilhar leituras da nossa comunidade educativa na atividade Lido Lá em Casa.
Desta vez é o professor João Castro que nos revela um livro da sua preferência e que nos remete ao patrono do nosso agrupamento: A Lã e a Neve, de Ferreira de Castro
Nas palavras deste professor, este romance mostra-nos a miséria e a exploração de que eram vítimas os operários de lanifícios da Beira Baixa; mostra também a obscuridade de um país agrilhoado a uma das ditaduras mais torcionárias da Europa com amplo suporte de empresários do têxtil. Horácio, o jovem pastor de Manteigas, alimenta de uma forma ingénua o sonho de ser operário fabril e poder largar a vida miserável em que muitos dos seus conterrâneos estavam mergulhados.
DIAS DE QUARENTENA - LIDO LÁ EM CASA - A LUA DE JOANA
Neste Dia Mundial do Livro continuamos com a atividade Lido lá em casa, com mais uma partilha da comunidade educativa. Neste caso a senhora Ana Maria, mãe de Mariana Cabral do 9º ano, revela-nos o livro Lua de Joana de Maria Teresa Maia Gonzalez, como um dos seus preferidos, obra que foi para esta leitora uma revelação de como a vida pode sempre mudar de rumo.
Obrigada pela partilha.
DIAS DE QUARENTENA - DIA MUNDIAL DO LIVRO
Hoje celebra-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. A data tem como objetivo reconhecer a importância e a utilidade dos livros, assim como incentivar hábitos de leitura na população.
Os livros são um importante meio de transmissão de cultura e informação, e ainda, elementos fundamentais no processo educativo.
Deste modo, hoje propomos aqui um livro digital que nos conta a história de uma livraria portuguesa centenária que atualmente é visitada na cidade do Porto por milhares de pessoas.
O texto que se segue e o livro para leres,estão à distância de um clique:
Boa leitura!
A história da Livraria Lello e Irmão, remonta a 1869, ano em que é fundada na Rua dos Clérigos a Livraria Internacional de Ernesto Chardron. Após o imprevisto falecimento de Chardron, aos 45 anos de idade, a casa editora foi vendida à firma Lugan & Genelioux Sucessores. Em 1894 Mathieux Lugan vendia a Livraria Chardron a José Pinto de Sousa Lello que possuía então uma livraria na Rua do Almada. Associado ao irmão, António Lello, mantêm a Livraria Chardron, com a razão social de José Pinto de Sousa Lello & Irmão, até 1919, ano em que o nome da sociedade muda para Lello & Irmão Lda. O actual edifício de estilo neo-gótico, e projectado pelo Engº Xavier Esteves (Ilhavo 1864-1944) foi inaugurado em 1906, com a presença no dia de abertura de, entre outros, Guerra Junqueiro, José Leite de Vasconcelos e Afonso Costa. Em 2008 o jornal inglês The Guardian considerou-a a terceira livraria mais bela do mundo. Em 2011 a editora Lonely Planet considerou-a a terceira melhor livraria do mundo, e a CNN em 2014 considerou-a a livraria mais bonita do mundo.
OS IRMÃOS LELLO
José e António Lello nasceram em Santa Marta de Penaguião, filhos de um proprietário rural. José Lello, homem de cultura, amante da leitura, dos livros e da música, constituiu a sociedade José Pinto de Sousa Lello àz irmão, com o irmão António Lello.
Os dois irmãos, conhecidos na cidade como os Irmãos unidos, fazem parte de um círculo de ativos burgueses e intelectuais do Porto.
Republicanos, fazem questão de se envolver na vida pública, no desenvolvimento industrial e comercial da cidade e na sua atividade cultural, nesta viragem do século.
O ENGENHEIRO
Francisco Xavier Esteves (1864 - 1944) foi o engenheiro responsável pela construção do edifício da Livraria Lello. Homem das Ciências, tinha também um gosto particular pela literatura, que manifestou ainda nos tempos de faculdade, onde dirigiu o “Álbum literário comemorativo do terceiro centenário de Luís de Camões” (1880). À sua afinidade com as Letras fica para sempre marcada pela construção desta que é uma das livrarias mais emblemáticas do país e do mundo.
Para que agora possas visitar a Livraria Lello, deixamos aqui o link para
uma visita virtual.
Boa visita!
22 abril, 2020
DIAS DE QUARENTENA - DIA MUNDIAL DA TERRA
Hoje assinala-se o Dia Mundial da Terra.
Colocamos aqui um livro que te leva de viagem à Selva.
Clica no link e boas leituras
DIAS DE QUARENTENA - LIDO LÁ EM CASA - FERNÃO CAPELO GAIVOTA
Neste tempo de confinamento vamos revelar leituras.
Estamos a partilhar preferências de leitura de elementos da nossa comunidade educativa, na atividade a que demos o nome Lido lá em casa.
Já foram várias as famílias que nos revelaram os seus gostos literários e obras lidas.
Hoje colocamos aqui a obra de Richard Bach, Fernão Capelo Gaivota, preferência da senhora Maria Cristina Toscano, mãe de uma aluna de 9º ano, que considerou esta obra da sua preferência, um ensaio sobre a superação humana, uma lição
de vida.
21 abril, 2020
DIAS DE QUARENTENA – A CENSURA NO ESTADO NOVO
Mais um dia de abril a caminho de 25. A Revolução Portuguesa de 25 de abril de 1974 significou para Portugal a conquista da democracia. Fica aqui mais uma publicação sobre o que foi viver no Estado Novo e uma das conquistas desta revolução: a liberdade de expressão.

Durante mais de 40 anos, nada seria publicado em Portugal sem que passasse primeiro pela censura. O conhecido "lápiz azul", tantas vezes usado noutras cores, abateu-se sobre milhares de livros, sobre a imprensa e sobre qualquer manifestação cultural.
Mais de duas décadas depois do 25 de Abril, Mário Zambujal fala-nos, em estúdio, daquilo que foi o fim da censura.
Chefe de redacção de O Século à altura, recorda os primeiros dias de liberdade de expressão, quando fazer edições contínuas com tudo o que durante tanto tempo tinha sido silenciado era a única forma de celebrar devidamente essa possibilidade ansiada, sem cuidar de ir a casa, tomar banho ou dormir.
Aceitando como óbvio o facto de haver censura num regime ditatorial, Mário Zambujal alude ironicamente à sujeição prática do jornalismo de então aos moldes que lhe foram impostos. “Era tudo à mão e a pé”, diz, e terá sido por isso, defende, que a maior e mais relevante parte dos jornais se instalava no Bairro Alto, de onde era mais fácil chegar às instalações oficiais onde o lápis azul actuava, fazendo posteriormente sair as provas, já censuradas, para publicação.
Este texto e uma pequena reportagem podem ser visionados em:
Ainda podes visitar a Galeria Virtual da Censura do Museu Nacional da Imprensa onde podemos ler por Luís Humberto Marcos, Director do Museu Nacional da Imprensa, a seguinte apresentação:
Esta GALERIA VIRTUAL DA CENSURA começa com uma delimitação temporal precisa:
o período da ditadura que vigorou em Portugal entre 1926 e 1974.
Os restantes tempos de censura da história portuguesa – e foram muitos desde a Inquisição - não são contemplados nesta primeira fase da GALERIA. Começando pela censura instaurada menos de um mês após o golpe militar de 28 de Maio de 1926, e que se foi apurando com a mestria do ditador Salazar, estaremos a falar de um dos processos censórios mais bem urdidos da história repressiva da humanidade.
Engenhosamente, diversos mecanismos estavam articulados de forma a “proteger” a ideologia do regime, de maneira aparentemente invisível e estimulando a autocensura.
Tratou-se de uma máquina censória que durou cerca de 48 anos e que se inculcou nos interstícios da sociedade portuguesa. Grande parte das provas desapareceu, mas o que ficou é suficiente para dar a noção da monstruosidade praticada. Na GALERIA podem ser apreciadas muitas provas censuradas, a par da legislação e de uma cronologia com os principais factos. Os cibernautas poderão ainda ter acesso a testemunhos, a protestos em favor da abolição da censura e à imprensa clandestina que de 1926 a 1974 se produziu, numa resistência continuada.
O fim da Censura, com o 25 de Abril de 1974, abriu o maior período de liberdade de expressão da história portuguesa.
Porque se sabe existirem muitas provas e histórias esquecidas, faz-se apelo a contributos e comentários que tornem a história da censura mais documentada.
Boa Visita!
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