Integrada no Programa Cientificamente Provável, a Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa através do Gabinete FaJunior, dinamizou mais uma oficina na Biblioteca Escolar Ferreira de Castro. A arquiteta Margarida Louro propõe aos nossos alunos Arquiteturas Recortadas, um exercício de descoberta e criação, onde cada recorte revela detalhes, histórias e possibilidades escondidas nos edifícios e espaços urbanos. Por meio da composição de fragmentos arquitetónicos, os alunos do grupo/turma 7ºA1 experimentaram diferentes perspectivas, combinando arte, design e arquitetura, em produções únicas. Mais do que uma atividade prática, foi uma oportunidade de desenvolver a sensibilidade estética e ampliar a forma de observar o ambiente construído ao nosso redor. Através da arte japonesa do Kirigami, dobragens e cortes em papel criaram formas tridimensionais e composições delicadas, nas mãos dos nossos alunos, nesta que foi a Semana das Artes do Agrupamento. Ao analisar projetos arquitetónicos, os alunos refletem sobre soluções para problemas relacionados ao espaço, à sustentabilidade e ao bem-estar das pessoas.
"Chega-se a ser grande por aquilo que se lê e não por aquilo que se escreve." Autor: José Luís Borges
Páginas
26 maio, 2026
Ler o Holocausto com Mara de Oliveira: o bebé de Auschwitz
25 maio, 2026
Mediação Ler+ Jovem com Martim Fonseca
Ler o Holocausto com Júlia Dionísio: A última testemunha de Auschwitz
A aprendizagem sobre o Holocausto tem um forte valor educativo no desenvolvimento da empatia e da consciência ética dos alunos. Ao conhecerem as histórias de vítimas, sobreviventes e testemunhas, os estudantes são confrontados com as consequências humanas do ódio, da discriminação e da desumanização. Hoje é Júlia Dionísio que nos diz o que aprendeu e sentiu ao ler A Última Testemunha de Auschwitz, neste projeto da Biblioteca Escolar Ferreira de Castro Ler o Holocausto.
Arquiteturas Recortadas (7ºA2)
24 maio, 2026
Ler o Holocausto com Sílvia Ferreira: O Carteiro de Auschwitz
A realidade
histórica do Holocausto evidencia os perigos da intolerância contra grupos
étnicos, religiosos e culturais. Ao conhecer esse período, os estudantes
aprendem a valorizar a diversidade e a convivência respeitosa entre diferentes
povos. A escola, nesse contexto, torna-se um espaço de promoção da inclusão e
do combate aos preconceitos.



















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