Blogue da Biblioteca Escolar da Escola Básica Ferreira de Castro - Sintra

Aqui partilhamos tudo o que acontece na nossa Biblioteca.

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01 outubro, 2013

Roteiro Histórico à Vila de Colares

 

Roteiro Histórico à Vila de Colares - Projeto Saber Mais

clip_image002O Projeto Saber Mais surge na Escola B 2,3 Ferreira de Castro como projeto integrador da prática educativa do Agrupamento sob enquadramento da Biblioteca Escolar. É um projeto que pretende ser uma estrutura de orientação educativa, direcionado para o apoio ao currículo, à informação e à cultura, como referência para a construção contínua da mudança educativa e pedagógica.

Neste sentido o Projeto Saber Mais realizou no passado dia 5 de Setembro uma visita de estudo para professores á vila de Colares no sentido da integração dos professores no meio envolvente do Agrupamento e no sentido de potenciar a exploração pedagógica do património histórico, cultural e natural do concelho. Esta atividade foi apoiada pelo serviço da Câmara Municipal de Sintra do Núcleo de Roteiros Culturais e contou com a orientação do Dr. João Rocha.clip_image002[8]

 
 

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27 setembro, 2013

Receção aos alunos do 5º ano



 
 
 
 
De 24 de setembro a 3 de outubro, a Biblioteca Escolar recebeu os alunos de todas as turmas do 5º ano. Os alunos aprenderam as regras de utilização deste espaço de uma forma lúdica.

23 setembro, 2013

A Viagem do Elefante










É já no próximo dia 18 de outubro, pelas 21h,  que os membros do clube de leitura se juntam para falar sobre o livro "A Viagem do Elefante" de José Saramago. A sessão está aberta a todos os membros da comunidade.

 

22 maio, 2013

O Banqueiro Anarquista – Clube de Leitura

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O Banqueiro Anarquista é a obra selecionada para a próxima sessão do nosso Clube de Leitura, que se realizará no próximo dia 31 de Maio, pelas 21h, na Biblioteca Escolar da Ferreira de Castro.

Comparece!!!

«Tão social portuguesa regrada, regular e organizada é a vida social portuguesa que mais parece que somos um exército o que uma nação de gente com existências individuais. Nunca o português tem uma ação sua, quebrando com o meio, virando as costas aos vizinhos. Age sempre em grupo, sente sempre em grupo, pensa sempre em grupo. Está sempre à espera dos outros para tudo.

Somos incapazes de revolta e de agitação. Quando fizemos uma “revolução” foi para implantar uma coisa igual ao que já estava. Manchámos essa revolução com a brandura com que tratámos os vencidos. E não nos resultou uma guerra civil, que nos despertasse; não nos resultou uma anarquia, uma perturbação das consciências. Ficámos miseravelmente os mesmos disciplinados que éramos.

Trabalhemos ao menos – nós, os novos – por perturbar as almas, por desorientar os espíritos. Cultivemos em nós próprios, a desintegração mental como uma flor de preço. Construamos uma anarquia portuguesa.»

Fernando Pessoa

(O Jornal, 8-4-1915 (excertos)