Integrada no Programa Cientificamente Provável, a Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa através do Gabinete FaJunior, dinamizou mais uma oficina na Biblioteca Escolar Ferreira de Castro. A arquiteta Margarida Louro propõe aos nossos alunos Arquiteturas Recortadas, um exercício de descoberta e criação, onde cada recorte revela detalhes, histórias e possibilidades escondidas nos edifícios e espaços urbanos. Por meio da composição de fragmentos arquitetónicos, os alunos do grupo/turma 7ºA1 experimentaram diferentes perspectivas, combinando arte, design e arquitetura, em produções únicas. Mais do que uma atividade prática, foi uma oportunidade de desenvolver a sensibilidade estética e ampliar a forma de observar o ambiente construído ao nosso redor. Através da arte japonesa do Kirigami, dobragens e cortes em papel criaram formas tridimensionais e composições delicadas, nas mãos dos nossos alunos, nesta que foi a Semana das Artes do Agrupamento. Ao analisar projetos arquitetónicos, os alunos refletem sobre soluções para problemas relacionados ao espaço, à sustentabilidade e ao bem-estar das pessoas.
"Chega-se a ser grande por aquilo que se lê e não por aquilo que se escreve." Autor: José Luís Borges
Blogue da Biblioteca Escolar da Escola Básica Ferreira de Castro - Sintra
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26 maio, 2026
25 maio, 2026
Arquiteturas Recortadas (7ºA2)
Hoje a Biblioteca Escolar Ferreira de Castro, integrada na Semana das Artes do Agrupamento, teve mais uma vez a presença da arquiteta Margarida Louro, da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, para a dinamização de uma atividade de sensibilização para formas e espaços na arquitetura. Arquiteturas
Recortadas é uma
atividade promovida pela FaJunior que convida os participantes a explorar a
arquitetura por meio da observação, análise e representação visual. A partir da
seleção e do recorte de elementos arquitetónicos, os participantes desenvolvem
um novo olhar sobre formas, proporções, texturas e composições presentes nos
espaços construídos. A proposta estimula a criatividade, a percepção crítica e
o entendimento da arquitetura como linguagem visual, transformando referências
reais em novas interpretações gráficas.
Com a arte japonesa do Kirigami foi possível os nossos alunos do grupo/turma 7º A2, verem como um material simples pode transformar-se em algo
surpreendente. A partir de cortes precisos e dobragens cuidadosamente
planificadas, surgiram representações arquitetónicas cheias de detalhes.
Com esta atividade, integrada no Programa Cientificamente Provável, pretendeu-se a sensibilização estética e cultural para a arquitetura, objetivo pedagogicamente importante porque ajuda os alunos a compreenderem e a valorizarem os espaços
que os rodeiam. Essa
aprendizagem contribui para a
formação de cidadãos atentos à qualidade do ambiente em que vivem.
28 fevereiro, 2025
Arquiteturas recortadas (7ºC1)
Com o gabinete FaJunior , da Faculdade de Arquitetura de Lisboa, foi possível à Biblioteca Escolar Ferreira de Castro ter mais uma vez a presença da arquiteta Margarida Louro (a quem agradecemos mais uma vez toda a disponibilidade e simpatia), na dinamização da oficina Arquiteturas Recortadas. Integrados no Programa Cientificamente Provável, da Rede de Bibliotecas Escolares, os alunos do 7ºC1 experimentaram a arte do Kirigami, na perceção do envolvimento do espaço, da roupa que vestimos aos edifícios que habitamos.
A motivação para a Arquitetura não se destina apenas a futuros arquitetos, mas a qualquer cidadão que viva e interaja com os espaços construídos. Uma aprendizagem atenta da Arquitetura permite aos alunos refletirem sobre o impacto das construções no ambiente, na funcionalidade das cidades e na qualidade de vida. Através dessa consciência, tornam-se cidadãos mais participativos, capazes de valorizar o património, exigir espaços mais inclusivos e contribuir para um urbanismo mais sustentável. Afinal, compreender Arquitetura é compreender o próprio modo como vivemos.
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